Dizem que precisamos ser nós mesmos. Ser verdadeiros e espontâneos a fim de expressarmos nossas verdadeiras personalidades. Basta agora saber qual das personalidades, afinal, em cada momento do dia, em cada contexto onde estivermos inseridos, usamos uma determinada personalidade. As tais máscaras sociais que cada um leva consigo para cima e para baixo, muitas vezes sem nem se dar por conta.
Carregarmos essas máscaras não significa que somos pessoas falsas, mas sim, que somos pessoas moldadas para agirem de determinadas formas em determinadas ocasiões. Se isso é bom ou ruim, eu não sei. Depende da máscara que eu estiver usando.
Mas creio não ser tão ruim, não. Até porque não seria interessante chegar na reunião do trabalho falando como se estivesse com os amigos assistindo a uma partida de futebol. Muito menos chegar na casa dos parentes se comportando como se estivesse na festa open bar da turma da faculdade. Claro que para toda regra há uma exceção. Na verdade são elas que dão graça às regras.
A verdade é que não podemos simplesmente arrancar essas máscaras dos rostos e jogar fora – apesar de dar muita vontade, às vezes. Precisamos apenas guardá-las sempre próximas, para que elas se entendam e possam conviver em harmonia. Cada vez mais o teatro da vida vai se aperfeiçoando, os atores vão se especializando, logo as performances de cada personagem vão ficando cada vez mais complexas. E para acompanharmos esta complexidade, devemos estar em constante movimento e aprendizado.
Só é preciso saber os momentos certos de se entrar em cena. Ter segurança. Ter equilíbrio mental. Aprender a relaxar, respirar, falar, gritar, enxergar. Aprender a aprender. Usar o tempo a favor e não retirar o tempo do outro. O outro deve fazer parte de uma unidade multifuncional, na qual também temos nossa cota. Dessa maneira, é possível acompanhar o espetáculo de maneira mais intensa e compreensiva, para no final podermos aplaudir e sermos aplaudidos. De preferência de pé.
Carregarmos essas máscaras não significa que somos pessoas falsas, mas sim, que somos pessoas moldadas para agirem de determinadas formas em determinadas ocasiões. Se isso é bom ou ruim, eu não sei. Depende da máscara que eu estiver usando.
Mas creio não ser tão ruim, não. Até porque não seria interessante chegar na reunião do trabalho falando como se estivesse com os amigos assistindo a uma partida de futebol. Muito menos chegar na casa dos parentes se comportando como se estivesse na festa open bar da turma da faculdade. Claro que para toda regra há uma exceção. Na verdade são elas que dão graça às regras.
A verdade é que não podemos simplesmente arrancar essas máscaras dos rostos e jogar fora – apesar de dar muita vontade, às vezes. Precisamos apenas guardá-las sempre próximas, para que elas se entendam e possam conviver em harmonia. Cada vez mais o teatro da vida vai se aperfeiçoando, os atores vão se especializando, logo as performances de cada personagem vão ficando cada vez mais complexas. E para acompanharmos esta complexidade, devemos estar em constante movimento e aprendizado.
Só é preciso saber os momentos certos de se entrar em cena. Ter segurança. Ter equilíbrio mental. Aprender a relaxar, respirar, falar, gritar, enxergar. Aprender a aprender. Usar o tempo a favor e não retirar o tempo do outro. O outro deve fazer parte de uma unidade multifuncional, na qual também temos nossa cota. Dessa maneira, é possível acompanhar o espetáculo de maneira mais intensa e compreensiva, para no final podermos aplaudir e sermos aplaudidos. De preferência de pé.
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