A velocidade com que as informações chegam até nós é, sobre determinado ponto de vista, assustadora. Não absorvamos a metade. Mas costumamos crer que damos conta do recado. A verdade é que não damos. E o pior. Entramos nesse mesmo clima hiperativo de um subdesenvolvimento, onde trafegamos apenas pela superfície. Como se andássemos sobre uma camada fina de gelo prestes a quebrar sob nossos pés.
Esse estado acelerado que nos empurra para lugar nenhum, é o ingrediente perfeito para a ansiedade coletiva, onde cada um busca a todo custo estar à frente do outro. Então, o que poderia ser saudável, passa a se tornar uma mera disputa de egos que leva as pessoas para o individualismo e, em alguns casos, para um sentimento de frustração.
É como se as pessoas vivessem para as outras, e não para sim mesmas. Trocar o carro quase novo por um zero quilômetro – e ficar se contorcendo para pagar o financiamento. Enfrentar fila na loja de eletrônicos para ser o primeiro a comprar um novo modelo de smartphone, e aliviar a tensão só após compartilhar na rede social sua nova aquisição torcendo para receber dezenas de curtidas e comentários elogiosos sobre a nova “conquista”.
Como em tudo, existem níveis saudáveis e os mais preocupantes, e é a este que me refiro. Quando se cria certa dependência por atenção. É preocupante, pois o que pode parecer uma carência se torna um quadro de insegurança, na qual o indivíduo acaba por viver uma identidade que não reflete a sua verdadeira personalidade. Assustador, mas conheço pessoas assim. E vai dizer que você também não conhece? Se fizermos uma pesquisa, aposto que descobriremos, assustados, que no ciclo social de cada pessoa, há, no mínimo, umas três com sintomas dessa, digamos, crise existencial. Mas isso já é outro assunto.
A questão é que, precisamos dar um tempo para nós mesmos. Precisamos respirar. Fazer escolhas mais honestas, olhar para o que realmente acreditamos independente do que os outros irão pensar, e, claro, de maneira mais reflexiva, de modo que consigamos compreender mais amplamente o contexto onde cada um está inserido. Sem invejar a vida do cara ao lado. Sem correr para o nada. Apenas seja mais você mesmo. Antes que o gelo se quebre.
Esse estado acelerado que nos empurra para lugar nenhum, é o ingrediente perfeito para a ansiedade coletiva, onde cada um busca a todo custo estar à frente do outro. Então, o que poderia ser saudável, passa a se tornar uma mera disputa de egos que leva as pessoas para o individualismo e, em alguns casos, para um sentimento de frustração.
É como se as pessoas vivessem para as outras, e não para sim mesmas. Trocar o carro quase novo por um zero quilômetro – e ficar se contorcendo para pagar o financiamento. Enfrentar fila na loja de eletrônicos para ser o primeiro a comprar um novo modelo de smartphone, e aliviar a tensão só após compartilhar na rede social sua nova aquisição torcendo para receber dezenas de curtidas e comentários elogiosos sobre a nova “conquista”.
Como em tudo, existem níveis saudáveis e os mais preocupantes, e é a este que me refiro. Quando se cria certa dependência por atenção. É preocupante, pois o que pode parecer uma carência se torna um quadro de insegurança, na qual o indivíduo acaba por viver uma identidade que não reflete a sua verdadeira personalidade. Assustador, mas conheço pessoas assim. E vai dizer que você também não conhece? Se fizermos uma pesquisa, aposto que descobriremos, assustados, que no ciclo social de cada pessoa, há, no mínimo, umas três com sintomas dessa, digamos, crise existencial. Mas isso já é outro assunto.
A questão é que, precisamos dar um tempo para nós mesmos. Precisamos respirar. Fazer escolhas mais honestas, olhar para o que realmente acreditamos independente do que os outros irão pensar, e, claro, de maneira mais reflexiva, de modo que consigamos compreender mais amplamente o contexto onde cada um está inserido. Sem invejar a vida do cara ao lado. Sem correr para o nada. Apenas seja mais você mesmo. Antes que o gelo se quebre.